Quarta Igreja Presbiteriana de Suzano Igreje Presbiteriana do Brasil

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A morte da igreja

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Data: 05/09/2014

Nos dias de Moisés, preservou Josué e Calebe. Eles conduziram os fiéis à terra prometida dando-lhe por herança. Nos dias de Elias, não permitindo a sete mil que se dobrasse diante de ídolos. Dentre as doze tribos, preservando Judá e Benjamim. Se voltarmos ao período da história conhecido como período de trevas - do ano 1320 – 1516 -, mesmo nesse período lá estava Deus preservando os seus fiéis que lutaram para que a reforma protestante ocorresse em 31de outubro de 1517.

Tudo isso nos revelam duas coisas muito óbvias: As portas do inferno não prevalecerão contra a igreja do Senhor Jesus. Portanto, como igreja do Senhor, fiel e submissa a suas palavras jamais terá as portas do inferno prevalecendo sobre ela. Somos mais que vencedores por meio de Jesus. Somos eleitos, regenerados e preservados para o louvor e para a glória daquele que desde toda a eternidade escreveu o nome de sua igreja no livro da vida. Por outro lado, sempre houve e haverá em nós – igreja, pela própria presença do pecado, tentativa de ser reativada em nós a velha natureza, levando-nos a práticas, atitudes e comportamentos que se assemelham às igrejas de Sardes e Laodicéia, vista pelo Senhor da igreja como partes necrosadas, mortas...

Uma vez que tenhamos identificado isso em nós – crentes - tenhamos então a disposição de ouvir o conselho do bom Pastor: Arrependimento, mudança  de vida e santidade são os antídotos, contra a necrose espiritual. Daí o valor das palavras de Jesus para cada um de nós nesta manhã: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele comigo”.  

 

Rev. Saulo Monteiro da Silva